quinta-feira, 18 de setembro de 2014
quarta-feira, 17 de setembro de 2014
Silêncio
O que mais preocupa não é o grito dos violentos, nem dos corruptos, nem dos desonestos, nem dos sem ética. O que mais preocupa é o silêncio dos bons.
Martin Luther King
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Martin Luther King
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terça-feira, 16 de setembro de 2014
segunda-feira, 15 de setembro de 2014
domingo, 14 de setembro de 2014
sábado, 13 de setembro de 2014
sexta-feira, 12 de setembro de 2014
Riqueza
Dizia Goethe com razão: “deveriam ser ricos somente aqueles que compreendem a riqueza”. Há homens nascidos para possuir e que sabem vivificar tudo o que possuem. Outros não o sabem - sua riqueza falta graça, parece um compromisso firmado com seu caráter. Dir-se-ia que roubam os próprios dividendos. Deveriam possuir aqueles que sabem administrar, não os que acumulam e dissimulam, não aqueles que quanto mais possuem, mais mendicantes se mostram, porém aqueles cuja atividade dá trabalho a maior número, abre caminho para todos. É homem rico esse em que o povo pode sentir-se rico, e é pobre aquele em que o pobre se sente pobre.
Ralph Waldo Emerson
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quinta-feira, 11 de setembro de 2014
Viver
Compreendi que viver é ser livre… Que ter amigos é necessário… Que lutar é manter-se vivo… Que pra ser feliz basta querer… Aprendi que o tempo cura… Que magoa passa… Que decepção não mata… Que hoje é reflexo de ontem… Compreendi que podemos chorar sem derramar lagrimas… Que os verdadeiros amigos permanecem… Que dor fortalece… Que vencer engrandece… Aprendi que sonhar não é fantasiar… Que pra sorrir tem que fazer alguém sorrir…Que a beleza não está no que vemos, e sim no que sentimos… Que o valor está na força da conquista… Compreendi que as palavras tem força… Que fazer é melhor que falar… Que o olhar não mente… Que viver é aprender com os erros… Aprendi que tudo depende da vontade… Que o melhor é ser nós mesmos… Que o SEGREDO da vida é VIVER !!!
Clarice Lispector
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quarta-feira, 10 de setembro de 2014
Vida
Ninguém determina de antemão e do princípio ao fim o caminho que seguirá na vida. O máximo que fazemos é optar por trechos, com maior ou menor ousadia, à medida que prosseguirmos em frente. Ocorre que a cada trecho do caminho nós nos deparamos com novas realidades e com possibilidades desconhecidas que determinam não só as nossas expectativas sobre o futuro, mas que podemos colocar o percurso já transcorrido sob uma nova luz e perspectiva. O conhecer modifica o conhecido. É por isso que tudo o que vivemos, ou seja, toda a nossa experiência passada e a imagem que temos de nós mesmos são, na melhor das hipóteses, constatações provisórias, sujeitas a revisões mais ou menos drásticas de acordo com o caráter do que do que vamos descobrindo e vivenciando ao longo de nossa trajetória pessoal. A literatura mostra, e a vida comum confirma, que experiências críticas em nossos percursos – uma doença grave, uma perda sentida, uma conversão espiritual, uma crise afetiva, um acidente, um grande desafio profissional, uma terapia profunda – podem nos levar a rever profundamente o valor e o sentido do nosso passado e as crenças que alimentamos sobre nós mesmos. Nenhum ser humano pode descartar o risco na manhã seguinte de um dia anêmico, descobrir-se repetindo no silêncio para si mesmo o lamento do poeta: “Fiz de mim o que não soube, e o que podia fazer de mim não o fiz.
Eduardo Giannetti
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