sábado, 28 de fevereiro de 2015
Vida
Ninguém nos mas nós salva . Ninguém pode e ninguém pode. Nós mesmos devemos percorrer o caminho .
Buda
*
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015
Tempo
Não é extraordinário pensar que dos três tempos em que dividimos o tempo - o passado, o presente e o futuro -, o mais difícil, o mais inapreensível, seja o presente? O presente é tão incompreensível como o ponto, pois, se o imaginarmos em extensão, não existe; temos que imaginar que o presente aparente viria a ser um pouco o passado e um pouco o futuro. Ou seja, sentimos a passagem do tempo. Quando me refiro à passagem do tempo, falo de uma coisa que todos nós sentimos. Se falo do presente, pelo contrário, estarei falando de uma entidade abstrata. O presente não é um dado imediato da consciência. Sentimo-nos deslizar pelo tempo, isto é, podemos pensar que passamos do futuro para o passado, ou do passado para o futuro, mas não há um momento em que possamos dizer ao tempo: «Detém-te! És tão belo...!», como dizia Goethe. O presente não se detém. Não poderíamos imaginar um presente puro; seria nulo. O presente contém sempre uma partícula de passado e uma partícula de futuro, e parece que isso é necessário ao tempo.
Jorge Luís Borges
*
Talento
O mundo serve-se do homem de bem como fontes de utilidade particular e para uma atividade mais ampla. Toda revelação, quer de ordem material, intelectual ou moral, não se faz às massas mas unicamente às pessoas. Pode-se descobrir a origem de todos os acontecimentos notáveis da nossa época, de todas as cidades, de todas as instituições, no cérebro de um indivíduo. Todos os fatos que constituem nossa civilização foram pensamentos de pequeno número de abecas bem feitas.
Ralph Waldo Emerson
*
terça-feira, 24 de fevereiro de 2015
Estupidez
Um homem inteligente é por vezes forçado a embebedar-se ou a isolar-se, para conseguir agüentar os idiotas com quem se vai cruzando todos os dias.
Ernest Hemingway
*
Ernest Hemingway
*
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015
sábado, 21 de fevereiro de 2015
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015
Vida
Ainda sou útil, apesar da idade avançada. O meu cérebro não perdeu o vigor. Sinto que absorve muito e que nunca esteve tão alimentado. É errado pensar que a velhice é um declínio por onde vamos caindo. Pelo contrário, subimos. O trabalho intelectual faz-se tão rapidamente como nas crianças o trabalho físico. Não que nos aproximamos do fim da vida, mas o fazemos como se fosse um objetivo, e não derradeiro e fatal baixio onde encalhamos para sempre.
George Sand
*
George Sand
*
Assinar:
Postagens (Atom)